Dread de Clive Barker

Primeiramente, antes da notícia, eu quero pedir desculpas por não ter postado ela antes, estava com problemas de saúde. :} Aí vai.

O nome Clive Barker é um dos mais notórios nomes do terror. O autor sempre aponta que quando o terror chama, nunca vai ter um final feliz. Alguns dos romances de Barker permitem o herói sobreviver. Enquanto as obras escritas dos autores é mais popular que nunca, os filmes são um pouco inconstantes. Hellraiser foi incrivelmente popular, mas seguido pelo terrível Nightbreed e meia dúzia de sequências de Hellraiser (Não escritas por Barker,mas atribuídas à ele). Candyman conseguiu novamente a grande aclamação visual como ator, mas novamente foi seguindo pela baixa qualidade de filmes e ainda mais por Hellraiser. Então você pode imaginar como eu e aproximadamente mil frequentadores de cinema ficamos esperando pela Premiere do filme Dread de Clive Barker (baseado numa curta história) nesse ano na Frighfest, nós esperamos e ansiamos para ver o que este novo filme tem para oferecer.

Dread, como pareceu, foi incrivelmente bem recebido, é uma história sobre três universitários efetuando uma pesquisa sobre o estilo Kinsey em coisas que as pessoas temem é um interessante tópico para um filme. O que fez o filme ser tão atraente foi o fato de que cada um dos três estudantes foram aos poucos procurando terror fora do seu círculo, tendo as piores histórias contidas dentro dele.

A história em si é variada, com uma duração de 90 minutos o filme vai do início totalmente convincente à momentos que você deseja que as coisas simplesmente aconteçam. parece que o diretor do filme estava apenas tentando adicionar dimensões para os três principais; deixando alguns dos menores e potencialmente interessantes papéis em um quadro separado. Um dos mais ativos do filme, a personagem Abby (Laura Donnelly) é marcada por uma marca de nascença é na maioria das vezes é quase esquecido. Enquanto o personagem Joshua (Jonathan Readwin) tem um pouco de tempo para brilhar até o final.

Muito tempo do elenco principal está focado, na minha opinião, sobre Quaid (interpretado por Shaun Evans mais recentemente visto em Martina Cole’s The Take) ele é de longe o mais interessante dentre todos os protagonistas, mas isso deixa Stephen Grace (Jackson Rathbone do filme Crepúsculo) parecendo um pouco vazio, sendo o líder do filme. O personagem Cheryl (Hanne Steen) tem a segunda maior quantidade de tempo nas telas. Das três fitais de vídeo coletadas sobre o medo das pessoas é o personagem Quaid que pressiona mais.

Dread pode ser no início absolutamente encantador e depois se tornar quase grotesco com um estilo de terror Japonês (Eu digo isso como um elogio). Em um momento você está assistindo um amor florescendo e depois um quadrado amoroso infeliz, a próxima coisa que você vai ver em detalhes é o total horror de comer carne que está apodrecendo durante um período de dias e semanas.

A maior falha do filme é o tempo, e você realmente não vai entender o tempo que cada filme tem para ser filmado. São dias, São semanas? Conversas e situações são escolhidas e cai em um ritmo alarmante. Quando o personagem de Cheryl efetivamente “desaparece” você quase foi levado a acreditar que ela estava desaparecida faziam dias, mas depois você vê que ela pode ter desaparecido por semanas. Isto é bem colocado pelos produtores para deixar o tempo completamente obscuro, e os personagens sem emoção quanto aos incidentes ao longo do filme.

Pode parecer que eu estou sendo muito negativa quanto a Dread, e eu realmente não estou sendo. De todos os filmes que eu vi durante minha visita ao Frighfest este foi o que teve mais destaque. Foram realmente agradáveis e desconfortáveis noventa minutos, mas valeu a pena o investimento de tempo para ver ele. Na longa lista de Clive Barker de histórias transformadas em filmes, Dread está bem lá encima do topo. É persuasivo e encantador, e em alguns minutos muito horrível, especialmente quando os medos coletivos dos estudantes participantes voltam para assombrá-los.

O diretor Anthony DiBlasi deu ao filme um brilho seco e áspero que é óbvio desde as cenas iniciais. É filmado com uma paleta cinzenta que somente ajuda adicionar níveis de intensidade à cena. O diretor, as vezes produtor, parece ter dedicado sua vida mais recente a trazer filmes de Clive Barker ao público, e como resultado esperamos obter melhor visão do que Clive Barker quer que os espectadores vejam.

Apesar de filmado na América, o elenco de Dread, com algumas exceções, foi inteiramente britânico. Enquanto eu tinha algumas dúvidas, eu percebi que Shaun Evans estava no filme e eu nunca esperei tanto envolvimento britânico neste. Com exceção de Rathbone que já tem um sotaque britânico, o resto do elenco teve que treinar este sotaque, e eles fizeram um trabalho incrível.

dread_1

Fonte: cinemaroll.com

~ por Carols L. em 16/09/2009.

3 Respostas to “Dread de Clive Barker”

  1. Será que é legal? EutenhomedodefilmedeterrorT.T

    Se preocupa não,Carols..o mais importante é que cê tá firm e forte :D
    Tá melhor,né?

  2. TO melhor sim. Eu tava com suspeita de gripe suína :S

  3. Esse foi com ctz o pior filme que ja vi na vida!!!! acho que foi feito num hospicio, pelo proprio Quaid…… nao assistam, pois é perda de tempo!!!!

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